sexta-feira, julho 08, 2005


Íris congelada, pupila dilatada
Sonhos desperdiçados com alarmes irritantes
Sentidos alerta à espera da facada
Abismos sentimentais, ninguém culpa os assaltantes…
Lágrimas que não correm pela face
Tristeza camuflada, controlada, domesticada
Ninguém sabe como a dor é forte… (talvez a morte)
Difícil exprimir, difícil traduzir, nem a soletrar!
Vozes em flashes, pensamentos audazes
…pulsos mais próximos da lâmina nervosa
…comprimidos mais próximos da boca gulosa
valerá a pena? Penso que não
…voltarei a agarrar aquela ilusão que se prende ao coração

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